vendredi 9 janvier 2009

Dossier Nestlé de SOH2O -Save our water

dropAll Bottled Up: Nestlé’s Pursuit of Community Water
Food & Water Watch’s report, “All Bottled Up: Nestlé’s Pursuit of Community Water,” reveals the loss communities experience when a plant shows up in a small town. Download the pdf here.pdf document [1.4mb]

 

CONTACT NESTLE AND EXPRESS YOUR OPINION.
ASK THEM FOR SPECIFICS ON THEIR WATER PROCESSING.

Contact Nestle at www.nestle-watersna.com.
You can also call their hot line at 866.676.1672

 
Visit our National Links page to learn about other allies who are challenging Nestle.

 
Also check out our Nestle in the News page for news items related to Nestle.

 
dropSTOP Nestle Waters
Great site to keep current on Nestle Waters N.A. latest corporate assaults on our water resources as well as their bad corporate behavior. Also, a wonderful blog where people share their horror stories about how the corporation has impacted their communities. You will clearly see a pattern emerge when Nestle comes into a community.

 
drop“The Potential Effects of the Proposed Water Bottling Facility in McCloud”
Click here to download this report prepared by ECONorthwest.

 
dropFACT SHEET on Nestle written by the Polaris Institute
Click here to download the pdf.

 

dropBILLS and ISSUES lobbied by Nestle in Maine

 

dropProfile of Nestle by Responsible Shopper

 

dropCorporate Hall of Shame 2008 
Terry Swier moved from Flint, Mich. to Mecosta County, an area full of cold water trout streams and pristine lakes –lakes that attract outdoor enthusiasts from across the Great Lakes Region.[1]

Unfortunately for Swier, she soon encountered a not-so-friendly neighbor. In 2001, she learned that Nestlé, the largest bottled water corporation in the world, was planning to pump more than 500,000 gallons of water a day from a nearby aquifer….Click here to continue reading this article.

 

dropNestle on the “MOST WANTED” Corporate Human Rights Violators
scroll down to read about Nestle

 

dropCorporate Profile Report on Nestle written by the Polaris Institute, 10/05
Click here to download the pdf.

 

dropNestlé’s ‘Pure Life’ in Pakistan
from Alliance Sud, 4/05
n 1998 Nestlé choose Pakistan as country to roadmap its global water strategy in the bottled water market. It produced and introduced “Pure Life” as “a source of clean water. Bottled water is often the consumers’ choice for a healthy beverage that gives them a source of minerals, helps to prevent obesity, and in so doing, reduces the risk of associated healthcare problems.”…Click here to read the rest of the article.
Click here to download a pdf of their Case Study:Drinking Water Crisis in Pakistan and the Issue of Bottled Water: The Case of Nestlé’s ‘Pure Life’

 

dropConsultation on Nestlé : Methodist Church House
The following are Baby Milk Action’s responses to questions given with the Briefing Paper on Ethical Issues Concerning the Marketing of Breastmilk Substitutes, and Other Ethical Issues Relating to Nestlé.
Click here to download the pdf.
Read the Methodist Church of Great Britian’s take on Nestle.

 
dropNestle: Global Compact Violator
from Corporate Watch, August-September 2002, Newsletter Issue 10
Nestle is well known for its irresponsible marketing of breast-milk substitutes in the developing world. The company also has an appalling record when it comes to labour and human rights violations. Andy Higginbottom from the Colombian Solidarity Campaign reports on some of Nestles recent activities in Columbia…Click here to read the rest of the article.

 
dropLEGAL OPINION of groundwater withdraw by Nestle in Michigan
Letters sent from Attorney General Jennifer Granholm sent to legislators and Governor
John Engler in Mecosta County (Michigan).
Click here to download a pdf of the letters.

A Nestlé e um "James Bond brasileiro"

A Nestlé e um "James Bond brasileiro"

Franklin Frederick
Num caso de espionagem que está sendo investigado pela Justiça suíça, a empresa de segurança Securitas teria repassado à Nestlé informações sobre a Attac e o ativista brasileiro Franklin Frederick.

A Nestlé também é alvo de críticas porque seu diretor-geral na Suíça, Roland Decorvet, integra o conselho de uma fundação da Igreja Protestante contrária à privatização da água. A empresa rebate as acusações e nega a existência de um conflito de interesses.

O assunto não é novo, mas voltou a ser destaque na semana passada nos jornais Tagesanzeiger e 20min.ch, ambos do grupo Tamedia, segundo maior grupo de mídia da Suíça, com manchetes como "A espionagem da Nestlé na luta pela água".

Um dos personagens envolvidos é o ativista Franklin Frederick, que oTagesanzeiger caracteriza como "uma espécie de James Bond brasileiro. Há anos ele se engaja contra a privatização da água, especialmente contra a multinacional suíça Nestlé, que explorou fontes minerais em São Lourenço (MG) e vendeu a água sob o rótulo Pure Life".

A comparação um tanto exagerada com James Bond se deve ao fato de que no novo filme de 007, Quantum of Solace, o superespião britânico luta contra um vilão que tenta controlar e privatizar importantes fontes de água na Bolívia.

Segundo o diário de Zurique, Frederick, um dos líderes do Movimento de Amigos do Circuito das Águas Mineiro (Macam), foi "uma das vítimas mais eminentes do ataque de espionagem à organização antiglobalização Attac".

Nos anos de 2003 e 2004, uma funcionária da Securitas (empresa responsável pela segurança da Nestlé) com o codinome "Sarah Meylan" teria sido infiltrada na Attac do cantão de Vaud, estado em que fica a sede da multinacional. Na época, um grupo de autores da ONG escrevia o livro Attac contra o Império Nestlé, publicado em 2005.

Segundo a acusação da Attac, Sarah produziu dezenas de perfis de militantes, com nome, altura, cor de cabelo e pele, idéias, idade, perfil político e até mesmo hobbies. Ela também teria repassado informações sobre pessoas que atuavam contra a empresa em outros países. "Não sabemos o que foi feito com as informações quando elas chegaram à empresa", disse o advogado dos ativistas, Rodolf Petit.

O nome de Franklin Frederick aparece várias vezes no protocolo de espionagem de 77 páginas entregue pela Nestlé à Justiça Civil de Vaud. O ativista brasileiro havia obtido apoio da Attac, do Greenpeace, da Declaração de Berna, da Igreja Reformada de Berna e de outras organizações suíças à sua campanha contra a Nestlé em São Lourenço e fornecera informações aos autores do livro.

O "império" contra Attac

Numa audiência em 23 de julho passado perante o juiz Jean Luc Genillard, no Palácio da Justiça de Lausanne, os advogados da multinacional e da Securitas disseram que os relatórios de Sarah eram "banais" e que as fotos que faziam parte das fichas sobre cada ativista foram "tiradas em locais públicos".

Em um comunicado, a Nestlé admitiu ter pedido a ajuda à Securitas "para antecipar possíveis ataques" e lembrou as circunstâncias daqueles anos, "quando havia uma atmosfera tensa em torno da cúpula do G8 em Evian (na vizinha França, em 2003) e a Attac atacou a sede da Nestlé em Vevey, causando danos materiais significativos".

Frederick, que atualmente se encontra na Suíça, lembra-se de Sarah Meylan. "Ela freqüentou o grupo Attac de setembro de 2003 até junho de 2004. Este foi não só o período de elaboração do livro, mas também o período em que o caso de São Lourenco teve a maior repercussão na Suíça."

O ativista brasileiro teve contato pessoal com a "espiã". "Nós nos encontramos várias vezes e chegamos mesmo a trocar alguns e-mails." Agora Frederick quer saber se seu correio eletrônico também foi espionado ou eventualmente ainda continua sob observação.

Ele compara o caso de espionagem da Nestlé com métodos usados pelos governos ditatoriais da América Latina nos anos de 1960 e 1970 e acredita que não só a Attac tenha sido infiltrada. "Claro que dentro de nosso movimento também havia infiltrados", diz.

Questionado pela swissinfo, se a Nestlé realmente mandou espionar Frederick, o diretor de relações com a mídia da empresa, Robin Tickle, respondeu: "O pedido de infiltração de ONGs não faz parte da política da Nestlé. A Attac deu queixa contra a Nestlé, e assim atualmente estão em andamento vários processos judiciais. Não podemos falar sobre isso em detalhes. As sentenças são esperadas para um futuro próximo e as esperamos com tranqüilidade. O senhor Frederick nos é conhecido há muitos anos como crítico da Nestlé. É evidente que ele se movimenta no ambiente da Attac."

Para Frederick, no entanto, "não há dúvida de que essa operação foi encomendada pela Nestlé, como mostra o protocolo que a empresa entregou à Justiça. O processo agora tenta esclarecer se houve violação à privacidade das pessoas espionadas."

"Conflito de interesses"

Em nome do Conselho das Igrejas Cristãs (Conic) e da Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB), Frederick atualmente coordena o projeto ecumênico "Água como direito humano e bem público". Ele também participou da elaboração de uma declaração assinada em 2005 pela CNBB, a Conferência dos Bispos da Suíça e a Federação das Igrejas Protestantes Suíças (SEK, na sigla em alemão) contra a privatização da água.

Integrantes da Igreja e de ONGs suíças pediram à SEK que "proteste publicamente na Nestlé contra a espionagem", que teve ramificação no Brasil. Um pedido delicado, porque a SEK, na sua assembléia de junho passado, elegeu o diretor-geral da Nestlé suíça, Roland Decorvet, para o Conselho da Fundação da Obra Filantrópica das Igrejas Protestantes da Suíça (Heks, na sigla em alemão).

A Heks apóia projetos de ajuda a países em desenvolvimento. Críticos da eleição de Decorvet dentro da própria Igreja temem que ela perca a sua credibilidade, uma vez que assinou a declaração pelo direito à água enquanto a Nestlé estaria interessada na privatização. Neste ponto, haveria um conflito de interesses entre Decorvet e a Heks.

Robin Tickle nega a existência desse conflito de interesses. "O senhor Decorvet se engaja como fiel protestante e foi eleito por representantes da Igreja para o Conselho da Heks. Ele exerce essa função como pessoa física e não como representante da Nestlé, embora a Nestlé desempenhe um papel importante em países em desenvolvimento e tenha acumulado experiências que se dispõe a partilhar com outras organizações", disse à swissinfo.

Direito humano à água

Perguntado se o interesse da Nestlé em privatizar a água não colidiria com o direito humano à água, o porta-voz da multinacional disse é preciso diferenciar entre a água potável para o abastecimento básico e aquela que é usada para a produção de outros produtos, por exemplo, na agricultura, responsável por 70% do consumo mundial de água.

"Existe um direito à água para satisfazer as necessidades básicas diárias do ser humano. Isso, segundo a ONU, são 25 litros por pessoa por dia. Mas não existe um direito humano à água que é usada para regar um campo de golfe ou lavar o carro. Esta água precisa ter um preço de mercado para que não seja desperdiçada", disse Tickle.

Segundo ele, nos últimos cinco anos, a Nestlé economizou mais água através da otimização de sua produção do que vendeu em garrafas. "Não se trata de uma privatização ou estatização geral da água – 97% do abastecimento mundial de água estão na mão do Estado, mas mesmo assim 1 bilhão de pessoas não têm acesso seguro à água potável. Trata-se de realmente implementar o direito humano à água e que o restante da água tenha um preço justo", afirmou.

http://www.franciscanos.org.br/ecologia/luaeestrelas/noticias2008/070.php

dimanche 21 décembre 2008

Ein eindrücklicher Besuch im Bundeshaus


Sonntagskolumne Südostschweiz, 21. Dezember 2008


 
 

Ein eindrücklicher Besuch im Bundeshaus

Franklin Frederick sitzt im Cafe im Bundeshaus und wartet geduldig auf uns ParlamentarierInnen. Der brasilianische Umweltschützer und Berater der christlichen Kirchen Brasiliens und der Schweiz zum Thema Wasser als öffentliches Gut spricht perfekt französisch und englisch, versteht gut Deutsch. Er zeigt uns ein dickes Dossier: kopierte Auszüge aus dem Spionageprotokoll, das Nestlé Schweiz dem Waadtländer Gericht aushändigen musste. Nestlé hat sich über die Firma Securitas 2003 bis 2005 in die globalisierungskritische Organisation Attac eingeschleust und auch Franklin Frederick ausspioniert. Kein Wunder, Nestlé ist der weltgrösste Abfüller von Trinkwasser und hat grosses Interesse an seinen Aktivitäten rund um den Kampf gegen die Privatisierung von Wasser in Brasilien. Nach heftiger Kritik, auch aus der Schweiz, wurde Nestlé 2006 von einem Gericht in Sao Paulo gezwungen, seine Pumpen in einem illegal erworbenen Wasserpark abzustellen. Doch Franklin Frederick, der sanfte, aber beharrliche Kämpfer für die Selbstbestimmung der lokalen Bevölkerung über ihre natürlichen Ressourcen, ist besorgt über die Entwicklung des reformierten Hilfswerkes in der Schweiz.

Und er hat Grund dazu. Just im Juni 2008, als der Stiftungsrat des Hilfswerkes der evangelischen Kirchen der Schweiz (Heks) verkündete, dass der Generaldirektor von Nestlé Schweiz, Roland Decorvet neues Stiftungsratsmitglied geworden sei, machte das Westschweizer Fernsehen die Spionagetätigkeit von Nestlé öffentlich. Prominentes Opfer ist der Fachexperte von Heks in Brasilien: Franklin Frederick! Doch statt Heks ihr neues Stiftungsratsmitglied zur Rede stellt und verlangt, dass das ganze Ausmass der Spionage offengelegt wird, nimmt sie Decorvet gegen die aufkommende Kritik der Basis in Schutz. Er sei als Privatmann im Stiftungsrat und man solle doch an die christlichen Tugenden der Toleranz und Offenheit denken! Der Nestlédirektor im Kirchlichen Hilfswerk sagt denn auch in Interviews ganz klar, was er davon hält: Nestlé sei die beste Entwicklungsorganisation die es gibt, die Kritiker seien „politisch extrem links“ und überhaupt sei er allergisch auf politische Ratschläge aus kirchlichen Kreisen….

Der neue Stiftungsrat und sein Präsident haben diese Aussagen zwar in der Zwischenzeit relativiert, doch das Problem bleibt. Die Doppelrolle des Nestlédirektors geht höchstens für Nestlé selber auf. Es kann sein ethisches Image mit dem kirchlichen Partner aufwerten und Einfluss dort gewinnen, wo die hartnäckigsten Kritiker ihrer multinationalen forschen Geschäftspolitik sind. Denn was würde ich wohl als grüne Nationalrätin im Verwaltungsrat eines Autokonzerns tun? 

Für Heks, das angesehene kirchliche Hilfswerk, ist diese Wahl dagegen ein Problem. Für Heks, das gegen die Wasserprivatisierung kämpft, das lokale bäuerliche Initiativen unterstützt und sich für bessere Arbeitsbedingungen von, just, Nestlé-Mitarbeitenden in Kolumbien einsetzt, wird die Handlungsfreiheit eingeschränkt. Hilfswerke müssen sich immer auch politisch äussern können. Sie dürfen nicht durch wirtschaftliche Giganten abhängig werden. Gerade christliche Kirchen sollten sich immer für die Bedürfnisse der Schwächsten einsetzen. Die Starken können sich selbst helfen. 

Genau eine Diskussion über diese Punkte innerhalb der reformierten Kirchengemeinden wünscht sich auch Franklin Frederick. Bei seinem Besuch im Parlament erhielt er die Unterstützung von Parlamentsmitglieder für die Erklärung der Oekumenischen Kirchen Brasiliens und der Schweiz zum Wasser als Menschenrecht und als öffentliches Gut. Und noch etwas würde sich der mutige „Wasser-Aktivist“ wünschen: eine offizielle Entschuldigung von Nestlé für ihre illegalen und auch ihn persönlich verletzenden Spionagetätigkeiten.

lundi 15 décembre 2008

Dossier de Reformierten Presse

Roland Decorvet im Stiftungsrat des Hilfswerks der Evangelischen Kirchen Schweiz

(Dossier zuletzt aktualisiert: 12.12.2008)

Die Kontroverse um die Wahl des Generaldirektors von Nestlé Schweiz ins Aufsichtsgremium des Heks ist heftig. Unser Dossier vereint Artikel, Kommentare und Leserbriefe, die in der Reformierten Presse dazu erschienen sind.

Artikel in der "Reformierten Presse"

Kommentar

Leserbriefe

Artikel in anderen Medien